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25 de Setembro de 2017
Dados alarmantes da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o suicídio é a segunda maior causa de morte de pessoas com idades entre 15 e 19 anos no mundo. No Brasil, segundo levantamento do Mapa da Violência, do Ministério da Saúde, realizado em 2014, a taxa de suicídio de crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos aumentou em 40%, enquanto entre jovens de 15 a 19 anos o índice cresceu 33%, entre 2000 e 2012.
O anúncio dessa estatística levou a OMS a declarar que o Brasil era, à época, o quarto país latino-americano com o maior crescimento no número de suicídios e o oitavo do mundo em números absolutos. Foram 11.821 suicídios no período, aumento de 10% em relação à década anterior.
Os principais fatores de risco que levam crianças e adolescentes a tentar o suicídio são: depressão, uso de álcool e drogas, abuso, bullying, pressão interna, dificuldade de interação social e até histórico familiar. Por isso, a família precisa ficar atenta a tais sinais, sobretudo se o jovem apresentar tristeza prolongada, mudança de comportamento e agressividade.
“ É importante que os pais estejam atentos aos filhos que começam apresentar algumas mudanças de comportamento, como: agressividade, isolamento, alterações no sono e alimentação. Ao perceber alguma alteração, a aproximação para uma conversa é a melhor forma de compreensão. Caso haja a persistência dos sintomas e o filho venha a verbalizar pensamentos de morte ou ideações suicidas é fundamental que os pais procurem auxilio em um serviço especializado para uma avaliação mais adequada” afirma Fabiana Méa Cury – Gerente CAPS Infanto Juvenil M´Boi Mirim.
Programa de prevenção
No mês do Dia Mundial da Prevenção ao Suicídio - Setembro Amarelo (10/09), o Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil II M´Boi Mirim, gerenciado pelo CEJAM (Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim) em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, intensificou a realização das atividades para conscientizar sobre a prevenção do suicídio.
“O objetivo é o de alertar a população a respeito desta realidade e a identificação dos sinais para prestar ajuda”, afirma Décio Gilberto Natrielli Filho, médico psiquiatra do CEJAM. “Tratamos diversos temas relacionados à saúde mental, inclusive com um grupo de medicação com familiares, que será realizado por médicos psiquiatras e farmacêuticos.”
A programação educativa do Setembro Amarelo incluiu ações em várias Unidades. No CAPSij M´Boi Mirim foram realizados grupos educativos com familiares e adolescentes com a exposição de vídeos e rodas de conversas sobre a prevenção do suicídio.
Fonte: Assessoria de Comunicação - CEJAM
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